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Daniel da Silva
Espaço Educação
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FUNÇAO SOCIAL DA ESCOLA... e as pulseiras do sexo!
15/04/2010 14h04m
Olá pessoal leitores dessa coluna de educação. Hoje vamos disponibilizar um texto escrito pelo professor Elino da Silva, que versa sobre a função da escola. Vale a pena dar uma lida.
Tenho me perguntado: qual é a função social da escola nos dias atuais? Temos, nós os professores, a escola em si, todos os que nela trabalham “fazer” das crianças e jovens cidadãos mais preparados para a vida social. Preparados como? Preparados prá que? Temos feito nas escolas as mais diversas campanhas como: educação para o trânsito, para o uso consciente da água, da gripe, campanha da nota fiscal, do meio ambiente, campanha de prevenção de doenças venéreas (também isso!), campanha do uso do jornal, campanha contra a obesidade, campanha da prevenção de cárie, aquela de fazer bochecho com flúor... e tantas outras campanhas... Agora querem de novo que a gente na escola cuide se os alunos vão com as pulseiras do sexo! Algumas “otoridades” vão querer que a gente, daqui uns dias saia da escola com uma mão tampando as “partes íntimas” dos alunos e alunas... vai ficar engraçado cada professor ou professora cuidando dos desejos dos outros! Com tantas coisas importantes para fazer essas “otoridades” propõe logo isso! Por que essas “otoridades” não colocam uma lei para eles discutirem o sexo dos peixes? Por que não preocuparem-se com arborizar a cidade? Essas “otoridades” nunca aparecem nas escolas para observar e sentirem os problemas pelos quais passamos para “cuidar” dessas crianças que a maioria dos pais não se importam. Era só o que faltava... ficar na frente do portão tirando pulseiras dos alunos e alunas. Que tipo de pessoas usam isso? Inocentes? Era só o que faltava... inocentes! Inocentes com os tipos de roupa que chegam à escola? Já observou com que tipo de roupas umas “crianças” e adolescentes vem pra escola? Pare e veja nas ruas as vestimentas das crianças... Vestem-se assim em casa... como chegam na escola? Inocentes? Os pais permitem assistir o tal BBB... eles e elas, as crianças se deliciam com os filmes de vampiros apaixonados... com bruxinhos... com filmes da tropa de elite... com filmes de monstros e demônios... Os pais, as mães não sabem que novelas os filhos assistem? Com quem os filhos assistem às novelas? Os pais não saberem o que é isso!? Inocentes? Onde as crianças de 3, 4, 5 anos aprenderem a música do créu? Na escola? Na igreja? É função das escolas cuidar das roupas das crianças? Dos adolescentes? Nós nas escolas é que devemos estar medindo o tamanho das roupas dessas “crianças inocentes”? Quem compra celular para as crianças inocentes? Eles e elas vão com o celular na escola e promovem badernas... o governo tem que fazer uma lei para proibir esse abuso dos pais e quem precisar enfrentar o problema são os professores e professoras. Quem compra essas pulseiras para as crianças e adolescentes? Os pais? Os professores e professoras? Os vereadores? Os jornalistas? São os vizinhos que dão de presente? Eles ganham nas promoções dos refrigerantes? Ganham comprando sorvete? Compre um celular e ganhe uma coleção de pulseiras do sexo! Quem vai ficar no portão da escola cuidando para ver se os alunos e alunas estão com esses adereços? Vão ser os professores e professoras que vão cuidar dessa “vestoria”? A direção da escola ou os professores e professoras serão os responsáveis caso venha acontecer um não por parte dos alunos e alunas? O que acontecerá com quem não cumprir a determinação da lei? Os arautos da democracia dizem que somos livres e podemos fazer e usar o que bem queremos... será que essas pessoas que defendem tanto a democracia vão ajudar no cuidar dessas crianças inocentes? Quem deve dar a punição para os que quebram as regras na democracia? Na democracia tem regras? Regras para quem? Sei que podemos ajudar muito os alunos e alunas no seu desenvolvimento afetivo, na sua convivência com os demais, que podemos ajudar no seu desenvolvimento moral, intelectual, profissional. Sei que podemos, que poderíamos ajudar muito no desenvolvimento dessas pessoas que chegam nas escolas em busca de um saber acadêmico, daquele saber mais organizado pela humanidade, mas precisamos saber que não serão as escolas que vão dar, que vão cuidar de certas coisas que eles e elas trazem de casa Sim, poderíamos ajudar, poderíamos ensinar muito mais essas crianças, esses adolescentes. Poderíamos trabalhar muito mais conteúdo de matemática, de Historia, de Geografia, das disciplinas todas que devem ser trabalhadas nas escolas. Disciplinas essas que são cobradas pelos pais e pelas “ otoridades” importantes. Se a escola, se os professores, as professoras, não trabalharem essas disciplinas as “otoridades” e os pais cobram, falam mal da qualidade que é oferecida. Os professores e professoras são mais moralizadores na escola do que profissionais de fato... Dizem que as escolas não preparam as crianças. Que as escolas não preparam os adolescentes para o trabalho... que as escolas não preparam para o vestibular... Dizem que os professores estão mais preocupados em fazer greves e com o salário... que os professores e professoras não estão ensinando como deveriam... Certos saberes, certos cuidados é os pais, a família que deve dar. Certas orientações, certos cuidados físicos, mentais e espirituais são os pais os responsáveis. A educação, os bons costumes vêm de casa, da família... Elino da Silva Professor(?)
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As tendências educacionais
15/12/2009 09h59m
Foto: Daniel da Silva
Certamente é um grande desafio abordar sobre as tendências educacionais no mundo contemporâneo. Afinal quando falamos em tendência nos reportamos imediatamente nas temáticas eixo tranversais que inclui tanto a ética, a cidadania, saúde, bem como, as diversidades. Nesse contexto os nossos parâmetros curriculares tem nos cobrado profissional com capacidade interdiciplinar, ou seja, com trânsito nas várias temáticas de abordagem e compreensão de conhecimento. Essa nova realidade tens nos colocado alguns desafios entre esses destacariamos a participação em projetos comum , mas isso não quer dizer meramente participar por participar, requer participar com inteligência, sensibilidade, pensamento autônomo e crítico e acima de tudo com pensamento criativo. No entanto o processo de ensino e aprendizagem não pode ser meramente lógico, matemática e linguística, ele precisa ser integral. Por essa razão que trabalhamos na pespectiva de uma educação do futuro que tem nos apresentado temas com relação diretamente com a educação. E preciso superar as contradições, reprodução, determinação e passar para uma pedagogia da práxis ou dialeticamente como nos apresentou os pensadores Marx e Hegel . Diante de todas essas circustância começa aparecer algumas categorias, no qual, passamos a elencar algumas. Por exemplo a cidadania passa também pela autonomia dizemos assim da escola, do seu projeto politico pedagógico com foco na construção da educação para a cidadania. A planetaridade na atualidade, onde a terra passa por paradigmas, e diante disso, quias são as implicações na ótica da visão de mundo?. O que seria uma ecogeografia ou ecopedagogia quais as implicações que teria a educação nessa pespectiva?. A sustentabilidade que surge com a visão do desenvolvimento sustentavel para se inserir definitivamente no campo da educação que podemos denominar de educação sustentável para assim contribuir na sobrevivência do planeta.
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A humanidade como ela é
08/12/2009 10h34m
Segue abaixo um texto da da escritora Cláudia Werneck para que possamos degustar a leitura, bem como, entender melhor o processo de inclusão.
A humanidade como ela é Se pudesse, Cláudia Werneck acrescentaria um artigo à Declaração dos Direitos da Criança: toda criança tem o direito de conhecer a humanidade como ela é. Por isso, defende a inclusão de todas as crianças com deficiência na escola regular. Só assim, diz ela, os portadores de deficiência poderão contribuir com seu talento para o bem comum. Uma sociedade e uma escola para todos, todos mesmo, sem exceções. Tamanha ênfase parece bobagem. Afinal, quem diz "todos" não exclui ninguém, certo? Isso é o que pensam gramáticos e legisladores. Mas não os militantes da sociedade inclusiva. Para eles, ressaltar, destacar e pôr em evidência o caráter incondicional da inclusão nunca é demais. Permite compreender a profundidade da revolução que é proposta e ajuda a desatar o nó em que se transformaram os debates sobre o assunto. Cláudia Werneck, uma das maiores especialistas brasileiras na área, que o diga: "É preocupante como a palavra inclusão é mal utilizada". Entre os equívocos, ela enumera: confundir integração com inclusão; pensar que a inclusão é privilégio de portadores de deficiência ou é feita somente para beneficiá-los; achar que inclusão é igual a respeito às diferenças; ou que se trata da reinserção social dos desvalidos, das vítimas do sistema, de quem não tem o que comer ou onde morar. Para esclarecer os princípios da inclusão, ela não poderia ter sido mais explícita. Segundo ela, a escola precisa mudar "não porque não é boa para a criança com deficiência, mas porque não está boa para ninguém". Ela diz que as deficiências são tomadas apenas como meta porque "são o fim da linha" ou "o que sempre fica de fora". Ou porque "no dia em que ela [a escola] for boa para uma criança com deficiência, ela vai ser boa para todo mundo", arremata. Ela critica a escola brasileira que, com raras exceções, "tem uma proposta segregadora muito bem disfarçada", "gera competição a todo custo" e "nega a característica mais típica da humanidade, a diversidade". Nem por isso acha que tais mazelas tornam inviável a inclusão. Para ela, a principal barreira é a baixa auto-estima do professor: "Ele acha que a inclusão é muito grande para ele". Segundo a OMS, 15 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência. Um terço deles são crianças. Na entrevista a seguir, ela comenta a prioridade com que deve ser vista a inclusão na escola: "O professor não deve esperar a próxima classe para fazer inclusão". Como o tempo urge, ela criou o projeto Quem cabe no seu todos?. O que mais confunde os educadores na hora de trabalhar com inclusão?É você fazer integração e achar que faz inclusão. Eu não me refiro ao sentido que as duas palavras têm no dicionário. É o sentido que elas têm como movimentos internacionais. A integração é um movimento mais antigo e que propunha que as pessoas com qualquer tipo de comprometimento ou deficiência estivessem juntas, que elas tivessem o direito ao mesmo que nós, pessoas comuns, digamos assim. Não tinha, porém, a preocupação de mudar ambientes, estruturas e relacionamentos que já existiam. A senhora pode nos dar um exemplo desses relacionamentos que a integração não muda?Integração é como se você fizesse em sua casa um jantar para uma família de chineses, recebesse-os com todo o carinho e passasse horas agradabilíssimas com eles. No entanto, como ninguém na sua casa sabe falar chinês e ninguém teve a preocupação de contratar um intérprete, aquele jantar pode até ser maravilhoso, mas, no final, cada um vai para o seu lado... Você não teve a preocupação de mudar, de fazer modificações mais profundas para que aquelas pessoas pudessem realmente estar junto com você, incondicionalmente. Então, integração é quando você propõe que as pessoas estejam juntas, mas a partir de algumas condições. É quando, por exemplo, você acha que as classes especiais devem continuar, é quando acha que, para fazer inclusão, basta pegar a escola regular do jeito que ela é hoje e colocar nela pessoas com deficiência. Integração é tudo que tem uma cara de reforma, só que uma reforma em que você não muda a escola. A senhora fala de mudança de ambientes. Quando o assunto é inclusão, tende-se a destacar a importância de a escola ter rampas de acesso, banheiros adaptados, etc. A mudança de mentalidade não é mais crucial e necessária que a reforma física? As duas coisas são importantes. Se uma casa está caindo aos pedaços e você pinta a parede, sem pôr a construção abaixo para construir uma nova, ela vai cair daqui a pouco. Mas concordo com você que, se você tiver que optar, a principal mudança deve ocorrer no projeto político-pedagógico, deve-se mudar a mentalidade das pessoas. A questão da reforma física é importante também e o ideal é que elas caminhem juntas. Mas, se você botar a escola nos "trinques" em termos de acessibilidade e não mudar a cabeça do diretor, do professor, do faxineiro, da comunidade, dos pais, você não faz inclusão. Que mudança na cabeça do professor a educação inclusiva exige?Assim como nós, jornalistas, não podemos esperar a próxima notícia, o professor não deve esperar a próxima classe para fazer inclusão. Ele tem de fazer inclusão agora. Temos que acabar com o tempo da conscientização e partir para o tempo da ação. Mas o professor, que, lógico, há tantos anos é maltratado no Brasil e ganha pouco — eu poderia citar uma relação de problemas que ele enfrenta —, se vê pequeno, lamentavelmente, e acha que a inclusão é muito grande para ele. Na verdade, o problema é que ele tem baixa auto-estima. É um grande engano. Ninguém é mais importante que o professor. Existe alguém mais importante na vida de uma pessoa do que o professor? Ele é maior que tudo, ele é do tamanho da inclusão. As escolas inclusivas é que vão detonar o processo de inclusão no Brasil e nós precisamos fazer com que o professor se perceba grande, da forma que ele realmente é. Mas essa lista de carências do professor que a senhora estava enumerando, até que ponto ela torna inviável um projeto de educação inclusiva no Brasil? Eu acho que não é hora de colocarmos nas mazelas educacionais brasileiras o impedimento para que façamos inclusão. As pessoas falam muito o seguinte: "Mas como o professor mal pago vai fazer inclusão?" Na verdade, a pergunta é: "Ganhar bem garante que ele faça inclusão?" Não, não tem relação nenhuma. O importante é a forma como o professor se vê, a concepção de escola que ele tem. Nem as salas superlotadas seriam uma barreira à inclusão?Se as salas superlotadas atrapalham a inclusão? Elas atrapalham tudo, mas a escola brasileira nunca deixou de funcionar por causa disso. Eu nunca vi uma greve do tipo: "Escola pára porque a sala está superlotada". A gente reclama, reclama que tem de mudar, mas segue em frente. Ninguém vai parar um processo educacional de um país por causa disso. Então que isso não seja usado contra a inclusão! Se eu acho que o professor tem que se preparar para fazer inclusão? Tem, sim, mas fazendo inclusão ao mesmo tempo. É simultâneo. Cada escola vai construir seu modelo porque as comunidades, as realidades e as crianças são diferentes. E, além disso, é preciso mudar as relações da família com a comunidade, o sistema como a escola é gerida, o dia-a-dia na sala de aula, é preciso mudar tudo, mas a mudança não é para a criança com deficiência, é para a escola ficar melhor. E uma escola melhor é o objetivo de todos nós. A senhora falava da concepção que o professor tem da escola... A seu ver, o que está por trás da decisão de separar os alunos que têm algum tipo de deficiência?Eu acho que existe uma visão muito deturpada do que é escola. Ela é o local de encontro universal de gerações. Existe para as pessoas se reconhecerem, olharem para o lado e verem quem serão as pessoas da sua idade com que vão estar juntas de agora em diante. Com quem desse grupo eu vou, um dia, me casar, ser feliz? Quem é a pessoa que vai trabalhar comigo? Ou que vai à festa comigo?Nesse momento, se eu tenho todas as condições humanas, se eu reproduzo, dentro da escola, a humanidade como ela é, começo — olha que interessante! — a me articular eticamente num contexto real, começo a testar, a saber verdadeiramente o que eu posso dar, o que posso receber, quem vou ajudar, como posso ser ajudado... Mas nem todo mundo está convencido de que a inclusão é a melhor saída. Não é por isso que se prefere às vezes ficar a meio caminho da inclusão, adotando práticas pedagógicas de integração?As pessoas têm o direito de pensar o que desejarem. Existem e sempre existirão divergências. Embora acredite na inclusão, posso dizer que trabalhei pela integração quando comecei a me interessar por deficiências, em 1992. Por dois anos, não conheci o conceito de inclusão. Só depois comecei a discordar de certas coisas que eu via. O que a incomodou e a fez abraçar a inclusão?Eu acho que não dá para você escolher as condições humanas que vão estar com você nos ambientes. É como se você negasse a característica mais típica da humanidade, a diversidade. Comecei a querer ir além nos meus trabalhos e, um dia, descobri que isso tinha um nome, inclusão. Em 1997, escrevi o primeiro livro publicado no Brasil sobre sociedade inclusiva, esse que é um conceito da ONU, o de sociedade inclusiva ou sociedade para todos.
Texto de Cláudia Werneck
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A importância da formação continuada.
09/11/2009 19h14m
Foto: Daniel da Silva
A importância da formação continuada.
Antes de iniciar a nossa análise sobre formação continuada, uso uma expressão da colega colunista Priscila, ‘’que meu jardim vem me demandando demais. Mas tirei um tempo para exercitar o diálago sobre esse tema fundamental que é a formação continuada dos educadores. Bem verdade que o mundo está passando por constantes transformações e por essa razão todos educadores obrigatóriamente devem estar preparados para exercer sua função educativa. Essa preocupação com formação teve impulso na década de 80, foi onde os professores foram se dando conta que era necessário uma qualidade no ensino, que a falta desse resultaria em problemas de aprendizagem. Nesse período a orientação educacional era centrada mais nos alunos e nas relações interpessoais. Já a escola verificava problemas de aprendizagem no qual, configurava como um fracasso institucional. Já analisando sob outro aspecto entendia que o sucesso pedagógico deve ser pensado como um instrumento que vai além do domínio de conteúdos, ou seja, tem que oportunizar e criar condição de fazer o aluno pensar. Esse debate toma uma proporção maior quando o MEC apresentou algumas propostas de reforma entre essas reforma curricular que desafiaram os educadores a diminuir a distância entre conhecimento e cidadania. Levando isso para a prática, resultou que o projeto pedagógico teve que assumir algumas metas, tais como, princípios, valores aspecto fundamental no processo de humanização, além de construir o compromisso político dos educadores. Sob esta ótica que se propôs uma politica de capacitação, visando uma verdadeira mudança de mentalidade conforme nos coloca coll (1999), a revisão das raízes academicistas da escola depende de uma verdadeira revolução conceitual e metodológica capaz de integrar educação e ensino, desenvolvimento e aprendizagem. A fomarção vem ao encontro de adoção de novas posturas no sistema educacional, ela vem tentar corrigir o despreparos dos educadores, seja pelo projeto politico pedagógico ou pela própria formação. Mizukami(1986) nos colocava que para grande parte dos professores, o desafio do novo gera insegurança, da qual resultam inúmeros mecanismos de resistência. Por essa razão que a formação continuada dos educadores passa ser um instrumentos de sucesso da escola, dos educandos e principalmente da sociedade.
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A importância da produção textual
13/10/2009 15h57m
Foto: Daniel da Silva
Compreendemos a prática da produção textual como um elemento de fundamental importância na vida do aluno da aluna e de modo especial no contexto da sala de aula. Nessa linha de raciocínio se deparamos com um instrumento de grande valia, uma vez, que por intermédio da produção textual vai possibilitar o educando, a descrever os elementos posto no mundo moderno. A produção textual permite desenvolver o senso crítico de uma determinada realidade. Nessa perspectiva nos recai o dever de compreender os reais significados da produção textual no contexto escolar, pois existe a necessidade de trabalharmos dentro de algumas perspectivas, evidentemente sem deixar de levar em conta um outro instrumento fundamental que é a leitura. Certamente a leitura representa um dos mais importantes pilares do conhecimento, por isso precisamos ter bem presente essa realidade. Sem a leitura trasformamos os alunos em meros observadores do senso comum, sendo que dessa forma não será possivel contribuir para a construção de uma nova sociedade, com uma visão mais crítica, voltada para o desenvolvimento social, contemplando valores, tais como, morais étnico entre outros. Quando abordamos o tema produção textual não existe a mínima possibilidade deixármos de abordar sobre os métodos de pesquisa. Essa relação é importante uma vez que potencializa os alunos, e mais importante ainda, melhora o seu método enquanto investigador do conhecimento. Na pesquisa o aluno será constante investigardor das problemáticas, e isso o fará refletir, teorizar e descrever todos os seus aspectos. A produção textual permite o aluno viajar pelo mundo as escrita, bem como, criticar, elogiar ou descrever o seu habitat. Com a escrita estabelece a construção de um sujeito reflexivo e crítico com a capacidade de intervenção. O Escrever significa desinibir e apresentar os conhecimentos para que as pessoas possam desfrutar e se apropriar de tais. Por esse motivo acreditamos que o educador deve ser o sujeito incentivador do aluno, esse por sua vez deve desenvolver estratégias de leituras, da escrita, sendo que dessa forma o aluno vai adiquirir conhecimento.
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